quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Autismo


Elaborado Por:
Elisa Cardoso e Rosa Luís

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Dificuldade de Aprendizagem


Trabalho elaborado por Berta Ramos e Júlia Augusto


Crianças com NEE - DDAH


Elaborado por:
Albertina Fidalgo, Carla Sofia Albuquerque, Leonor Dias

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Sessão de Educação para a Sáude: Prevenção de Acidentes/Primeiros Socorros, Prevenção Rodóviaria

Sessão de Educação para a Saúde: Primeiros Socorros/ Prevenção de Acidentes e Prevenção Rodoviária

No âmbito do curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Professora Elisa Barros Silva e a decorrer em Carregal do Sal, as formandas Albertina Fidalgo, Cristina Freitas, Fátima Freitas, Júlia Augusto, Maria da Luz, Maria Leonor Dias, com o apoio da formadora Marisa Vicente, na área de saúde infantil, prepararam actividades sobre os primeiros socorros/prevenção de acidentes e prevenção rodoviária, que foram apresentadas na escola EB1 de Beijós no dia 29 de Outubro. Essas actividades consistiam na apresentação em PowerPoint com o objectivo de induzir atitudes e comportamentos correctos, perguntas sobre regras de segurança com três opções de respostas: maneiras exactas de utilização das cadeirinhas, nos transportes os cuidados a ter na entrada e nas saídas, nunca brincarem sozinhos sem a vigilância dos adultos, enumeração de alguns produtos tóxicos, procedimentos na travessia de passadeiras. Ainda criámos e dramatizamos uma história com situações do quotidiano para simulação dos primeiros socorros.
Finalmente, foi efectuado no exterior da escola um percurso com os respectivos sinais de trânsito onde interagimos em conjunto. Esta actividade teve como objectivo averiguar se as crianças tinham assimilado algo do que lhes foi transmitido anteriormente. Novamente no interior da sala, visualizamos um pequeno filme sobre a prevenção rodoviária.
Também foi elaborado um pequeno livro informativo, com todas estas regras e mais algumas para presentear as crianças.
Decorridas as actividades, reconhecemos que valeu a pena todo o nosso esforço, sentimo-nos motivadas em realizar actividades deste género.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Aniversário EFA NS - Técnicas de Acção Educativa


O grupo do Curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa comemora hoje 1 Ano de Aniversário.
Como não poderia deixar de ser, esta data teve que ser assinalada com bolinho e canção de Parabéns a todos nós, por um ano de trabalho, muitos sorrisos e outras tantas Experiências Vividas!
A festa foi pequena porque ainda há muito trabalho pela frente, contudo ainda deu para tirar umas fotografias para assinalar o momento que partilhamos aqui convosco!

SESSÃO DE EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE: HIGIENE ORAL E HIGIENE CORPORAL

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No passado dia 23 de Novembro de 2009, o Grupo de Formandas do Curso Técnicas de Acção Educativa, deslocaram-se à Escola EB1 de Beijós.

Foi nossa pretensão apresentar um trabalho no qual fosse possível de alguma maneira contribuir para que fossem esclarecidas dúvidas sobre a Higiene oral e Higiene corporal.

Assim sendo, o nosso grupo constituído pelas formandas, Ana Pereira, Albertina Fidalgo, Berta Ramos, Carla Albuquerque e Eunice Dias, elaboraram diversas actividades com as quais tentámos fazer chegar a nossa mensagem ao grupo de crianças da escola acima referida.

Começamos com uma apresentação em power-point abordando a higiene oral e ainda outra sobre o procedimento correcto da lavagem das mãos, uma vez que com ele se podem evitar possíveis doenças contagiosas. Elaboramos ainda um conjunto de perguntas e respostas para percebermos até que ponto as crianças tinham entendido o nosso trabalho e tudo o que nele foi abordado.

Pela reacção das mesmas foi-nos fácil perceber que estas nos haviam prestado atenção e percebido o que lhes tinha sido transmitido. Para que todo este trabalho não se tornasse monótono, fizemo-nos acompanhar com uma música cujo tema era alusivo a higiene oral e ainda uma pequena peça de teatro que alertava para a necessidade e importância da higiene oral.

Mas não satisfeitos decidimos ainda como forma de recompensa pelo feedback recebido por parte das crianças, oferecer a cada uma destas uma escova de dentes, um copo e a respectiva pasta dentífrica. De seguida cada uma delas foi colocar em prática tudo o que lhes havia transmitido sobre a higiene oral e a forma correcta da escovagem dos dentes.

É de salientar que durante toda a apresentação as crianças mostraram-se sempre dispostas a participar e a interagir com bastante entusiasmo.

Despedimo-nos com o sentimento de missão cumprida e com a certeza que as crianças gostariam que voltássemos novamente, uma vez que fomos frequentemente questionadas sobre essa possibilidade.
Ana Pereira, Albertina Fidalgo, Berta Ramos, Carla Albuquerque, Eunice Dias

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA


No âmbito do curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Prof. Elisa Barros Silva e a decorrer Carregal do Sal, as formandas Ana Pereira, Albertina Fidalgo, Berta Ramos, Leonor Dias e Maria da Luz Silva, com o apoio da formadora Marta Santos, elaboraram um artigo para realçar a importância que a leitura tem em várias áreas do desenvolvimento da criança.
Ler é Cultura! Através da Leitura testamos os nossos conhecimentos, os nossos valores e experiências, bem como as dos outros, adquirimos novas ideias e passamos a conhecer melhor o mundo e um pouco mais de nós próprios. Neste sentido, a literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa. Contudo, as crianças estão cada dia menos acostumadas a ler, sendo que elas serão os adultos de amanhã.
Actualmente é muito importante que a criança seja estimulada, para que se interesse pela leitura, tornando-se assim um bom leitor. Para isso, ressalta-se a importância suprema do papel dos pais e da escola para a formação de leitores: serem estimuladores e incentivadores da leitura.
É extremamente importante, que a leitura esteja sempre presente em todos os níveis educacionais, devendo ser iniciada na alfabetização e continuar nos diferentes graus de ensino, cabendo à escola desenvolver na criança o hábito de ler por prazer e não por obrigação. A educação preocupa-se em contribuir para a formação de um indivíduo crítico, responsável e actuante na sociedade. Diante disso, a escola busca conhecer e desenvolver na criança as competências da leitura e da escrita, sendo que a literatura infantil pode influenciar de maneira positiva neste processo, promovendo a integração social e formando uma sociedade consciente, que se manifesta inclusive numa certa auto-estima.
Os pais deveriam ler mais para os filhos e para si próprios, devendo o livro ocupar a importância de uma televisão dentro do lar. Ouvir histórias é um acontecimento tão prazeroso que desperta o interesse da criança, já que sua capacidade de imaginar é muito intensa. A narrativa faz parte da vida da criança desde quando bebé e é fundamental para a sua formação que ouça muitas histórias desde a mais tenra idade. A criança passa a interagir com as histórias, acrescenta detalhes, personagens ou lembra de factos que passaram despercebidos pelo contador. As histórias são fundamentais para que a criança estabeleça a sua identidade e estabeleça um vínculo afectivo com o contador da história. Contar e ouvir uma história aconchegado a quem se ama é compartilhar uma experiência de conforto, satisfação e comodidade, na descoberta do mundo das histórias e dos livros.
As crianças são seres muito curiosos e o manuseio de livros, sejam eles de plástico, pano, papel ou musicais, são importantes para que os pequenos brinquem, explorem o objecto que pode ampliar o vocabulário e a imaginação. É importante que o livro seja tocado pela criança, folheado, de forma que ela tenha um contacto mais íntimo com o objecto do seu interesse. O amor pelos livros não é coisa que apareça de repente, é preciso ajudar a criança a descobrir o que eles podem oferecer e transmitir-lhes a ideia: Ler: porquê um dever, se pode ser um prazer?

Sessão de Educação para a Saúde: Alimentação Saudável

No âmbito do curso EFA NS de Técnicas/o de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Prof. Elisa Barros Silva e a decorrer em Carregal do Sal, os formandos Ângela Santos, Carla Lucas, Cristóvão Sousa, Elisa Cardoso e Rosa Luís, com o apoio da formadora Marisa Vicente, elaborámos um trabalho alusivo à Alimentação Saudável, Obesidade Infantil e Televisão.

Este depois de elaborado em algumas sessões de Saúde Infantil foi posto em prática na Escola EB1 de Beijós no dia 12 de Novembro pelas 13.30h.

Começámos por uma apresentação do tema em diapositivos, onde abordámos que a alimentação deve ser variada, equilibrada e completa. Alertámos as crianças para a importância do pequeno-almoço, logo em seguida apresentámos um dia de uma alimentação saudável, contendo todas as refeições que devemos efectuar ao longo do dia.

Apresentámos uma pequena peça de teatro com fantoches sobre a obesidade infantil e televisão, este tinha como objectivo sensibilizar as crianças para a importância dos benefícios que a alimentação saudável pode ter no pleno desenvolvimento da criança, quer em termos cognitivos, quer em termos motores. Alertar para o uso excessivo da televisão e dar a conhecer às crianças os melhores programas televisivos correspondentes à sua idade.

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A Influência da Televisão no Imaginário Infantil

No âmbito do curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Prof. Elisa Barros Silva e a decorrer Carregal do sal, as formandas Carla Lucas, Carla Albuquerque, Cristóvão Sousa, Eunice Dias, Júlia Augusto, com o apoio da formadora Marta Santos, elaboraram um artigo sobre a influência da televisão na estruturação do imaginário da criança.
A televisão é o meio de comunicação social mais difundido na sociedade actual, sendo também o de mais fácil acesso à criança e ao adolescente. Os benefícios da exposição aos meios de comunicação são vastos, mas existem potenciais riscos que não podem ser descuidados e é aqui que os pais e educadores têm também um papel fundamental na educação da criança.
Cada vez mais a televisão faz parte da vida das crianças, embora se verifique esta realidade em maior número nas cidades, a verdade é que o facto se começa a manifestar nos meios mais pequenos. A televisão passou a ser o companheiro da vida das crianças; os pais deixaram de brincar com os filhos, desistindo do diálogo.
As crianças de todo o mundo assistem, pelo menos, a trinta e seis horas semanais de televisão e quando pensamos nos desenhos animados, que permitem á criança recriar uma realidade própria do seu mundo da imaginação, o assunto é sério e exige cautela.
Os desenhos animados geram agressividade e actualmente, o impacto causado pela televisão leva as crianças a descobrir mais sobre a violência e outro tipo de perturbações e a descobrirem mais cedo o sexo. Esta iniciação precoce no mundo que lhes chega através da televisão, pode levar a criança a sofrer de disfunções afectivas, psíquicas e emotivas, que a poderão tornar num adulto disfuncional, banindo desta forma a inocência infantil.
Os meios de comunicação social, em particular a televisão, na sua função de lazer, de formação e de informação, desempenham hoje um papel determinante no processo psicossocial de desenvolvimento das crianças e jovens. Torna-se, assim, fundamental unir esforços com o objectivo de, não só melhorar a qualidade televisiva, mas também de criar e de desenvolver alternativas para entretenimento e ocupação do tempo de lazer, que têm que ser tão acessíveis quanto a televisão. Um conselho para os pais e educadores: estejam atentos, encontrem o tempo e sejam criativos!

Saber Educar! - Alteração na Representação Social dos Filhos

No âmbito do curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Prof. Elisa Barros Silva e a decorrer Carregal do Sal, as formandas, Ângela Santos, Cristina Freitas, Elisa Cardoso, Fátima Freitas e Rosa Luís, com o apoio da formadora Marta Santos, elaboraram um artigo sobre a “Alteração na Representação Social dos Filhos”.
Se por um lado se questiona: “o que estará acontecendo com nossos jovens?”, também se poderia pensar a questão de outra forma: “O que estará acontecendo com os pais e mães que parecem estar esquecidos da sua função de educadores desses jovens?”
Se pelas gerações antigas a criança era tratada como um “mini-adulto”, sem direito a desejos e vontades, sem direito a quaisquer cuidados especiais em respeito à sua condição de criança, ao contrário, as gerações mais jovens podem estar a pecar pelo excesso, tratando a criança como um “rei no trono”. Se os pais se comportam somente como amigos dos seus filhos, quem estará a desempenhar o papel de pais?
Quando se inverte o sentido da relação, os pais deixam de cumprir a sua função de educadores, as crianças crescem sem orientação, sem limites, sentindo-se sozinhas e desunidas da sua própria família, sem uma verdadeira identificação aos pais, pois falta-lhes um modelo forte, seguro e afectivo, que elas possam admirar, seguir, amar e respeitar.
É muito importante que pais e mães possam ser amigos dos seus filhos, mas, antes de qualquer outra coisa, os pais têm o dever de educá-los, de colocar limites e estabelecer proibições. A educação é feita com base no afecto que se transmite ao filho, mas também com base no limite que se tem que estabelecer. O que os filhos precisam é de pais e mães mais próximos, mais disponíveis, abertos a escutá-los, a discutir e orientá-los, mas precisam igualmente de pais que saibam dizer não, estabelecer o que é certo e o que é errado, e quais os limites que precisam ser seriamente respeitados.
Por outro lado, os pais querem apenas o melhor para os seus filhos, querem prepará-los para o futuro, mas para educar um filho não há fórmula ou manual que se possa seguir. Se por um lado vemos pais que por quererem dar tudo aos filhos acabam por lhes dar tudo em excesso e sem limites, por outro lado temos os que abusam do seu poder de pais e decidem as suas escolhas, impondo à criança uma rotina stressante, cansativa e extenuante que ela só devia ter quando adulta.
Estes pais são normalmente aqueles que dedicam a maior parte do seu tempo às suas carreiras profissionais, ampliam a sua jornada de trabalho, com consequente diminuição da sua “jornada de família” e depositam os seus filhos numa série de actividades extracurriculares, que vão desde a dança, à música, ao desporto, etc.
Contudo, ser pai não é possuir uma autorização de uso e propriedade de pequenos seres viventes. Não é correcto que os pais destruam a infância de uma criança em nome de um pseudo-futuro, forçando-os a um amadurecimento prematuro. Procurando a sua realização nos filhos, estes vêm-se impedidos de viver a infância de um modo despreocupado. Os pais que estendem aos filhos suas frustrações não fazem crianças melhores, fazem adultos problemáticos.
O que se tem observado são crianças e adolescentes despreparados para enfrentar a vida adulta, seja por não terem regras consolidadas ou por manifestarem desequilíbrios afectivos. Isso gera dificuldade de inserção na sociedade de forma respeitosa e, assim, ao invés de procurarem ser aceites por esta sociedade, acabam por agredi-la, através da sua maneira de falar e vestir, enfim, de dizer ao mundo que não estão satisfeitos.
Nas palavras de Daniel Sampaio, o psiquiatra português autor de vários livros que relatam as dificuldades dos adolescentes e das suas famílias: “Inventem-se novos pais”!

Visita a Seia - Museu do Pão & Museu do Brinquedo


No dia 19 de Novembro de 2009, o grupo do Experiências Vividas (Curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa), em conjunto com o grupo do Saber Viver (Curso EFA B3 de Geriatria), foi visitar o Museu do Pão e o Museu do Brinquedo, situados na Cidade de Seia.

Saímos de Carregal do Sal pelas 09 horas e 30 minutos, e chegámos a Seia pelas 10:10horas. Como a Visita ao Museu do Pão, que seria a primeira a efectuar, só estava marcada para as 11:15 horas, aproveitámos para visitar o comércio típico da região. Comprámos as primeiras recordações e seguimos em direcção ao Museu do Pão por uma rua íngreme, num passeio pedestre que se revelou muito saudável, quer do ponto de vista físico como também pelo convívio.

Chegados ao Museu do Pão, visitámos a Mercearia Típica. Fizemos provas de vários tipos de pão, e apreciámos em particular o pão com chocolate. Comprámos a broa e o pãozinho para lanchar depois em casa e seguimos a visita pelos espaços exteriores do museu.

Chegada a hora da visita guiada, entrámos no Mundo fantástico do ciclo do pão, um espaço diferente, dedicado aos mais pequenos, onde pudemos observar através de um espectáculo de luz, cor, som e animação, a reconstituição do ciclo do pão, tal como ele se processava nos tempos dos nossos avós. Tivemos ainda a oportunidade de meter a mão na massa e construir uma recordação em massa de pão, que decorámos e onde escrevemos o nosso nome ou dos nossos pequenos rebentos.

Em seguida, passámos para a Sala do ciclo do pão, uma sala mais destinada aos adultos, onde estavam expostos objectos tradicionalmente utilizados nas várias etapas deste ciclo, desde os trabalhos da terra, a eira, o moinho, a farinha, o forno (com a representação de uma padaria tradicional caseira), à distribuição do pão, a pé em cestas de verga e de bicicleta em canastras.

Passámos depois para a Sala do pão politico, social e religioso. Este espaço continha documentos expostos ligados ao pão e às questões agrária, que reconstituem os derradeiros 350 anos de História Portuguesa, numa perspectiva sempre ligada ao pão. Também estavam expostos objectos que retratavam o simbolismo religioso do Pão, das duas religiões que o têm como objecto de culto: o Judaísmo e o Cristianismo.

Saídos desta sala, passámos pelo Bar e Biblioteca, onde pudemos observar um grande lustre no tecto da sala revestido e decorado com massa de pão, e seguimos a visitar a Sala da arte do pão, onde se exibem vários objectos artísticos, cujos motivos são inspirados no pão. Também o pão é aqui exaltado como objecto artístico, podendo observar-se os vários tipos de pão, do norte ao sul do país, em pequenas vitrinas. Nesta sala pudemos ainda observar uma exposição fotográfica temporária relativa à Broa de Avintes, que nos abriu o apetite para o almoço.

Com o Museu do Pão como pano de fundo, seguimos em direcção ao centro da cidade de Seia, para procurar um lugar acolhedor para almoçar e descansar um pouco. Visitámos mais um pouco do comércio tradicional e à hora marcada estávamos prontos para mais uma aventura, desta vez pelo mundo da fantasia, no Museu do Brinquedo. Este museu é dedicado a todos os adultos que já foram crianças e a todas as crianças que, um dia, hão-de ser adultos. Iniciámos a visita pela sala Conhecer o mundo a brincar, onde cada vitrina representava um continente e continha brinquedos típicos dos respectivos países.

Seguimos para a sala Memórias de Infância onde se encontravam brinquedos oferecidos por pessoas de várias idades, de todo o país. Havia ursos dos anos 40, fogões a lenha com 60 anos e mobílias em madeira e ferro, entre um enorme número de bonecas dos mais variados tipos os e materiais, com os mais variados tamanhos e idades. Passámos à sala Brincar... é sonhar, uma sala de exposições temporárias onde são retratados contos infantis, criando um espaço para as crianças interagirem na história. Na nossa visita deparámo-nos com a história do Capuchinho Vermelho. Entrámos na sala Portugal. Décadas de brincadeira, onde logo nos deparámos com uma réplica da Carreira de 1947 que fazia a ligação Oliveira do Hospital a Carregal do Sal. Pudemos observar uma colecção de brinquedos antigos, exemplos da nossa identidade cultural.

Por fim, visitámos a sala de Exposições Temporárias, onde estava retratada uma escola do Estado Novo. De entre muitos dos objectos expostos, encontrámos um em particular que nos chamou à atenção. Trata-se de um livro de leitura da 3ª Classe datado de 1958, que uma das nossas colegas formandas reconheceu como sendo igual ao da sua mãe.

No final da visita ainda demos um pulinho à Oficina e passámos no Posto de Vendas para levar uma recordação. Partimos, então em direcção a Carregal do Sal, depois de um dia em cheio!
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Magusto

No dia de S. Martinho
assam-se as castanhas
e prova-se do pipinho
o vinho novo
que é bom e agrada o povo!

Para assinalar o Dia de S. Martinho, o grupo do Experiências Vividas reuniu-se em torno das patuscas. Sem caruma ou local onde acender a fogueira, as formandas disponibilizaram-se para trazer as patuscas para tornar este Magusto possível na sala de formação.

Fizemos cartuchinhos em papel de jornal para manter as castanhas bem quentinhas, a lembrar a tradição que aquece os dias frios e chuvosos de Outono. Este ano, o verão de S. Martinho não se fez sentir, mas um copinho de jeropiga aquece sempre o coração...

"Quentes e Boas!" Depois era só ver esta gente boa a atacar a bela da castanha, tão saborosa e docinha! Havia ainda o colorido bolo-rei, que apareceu a adivinhar a época Natalícia que se aproxima.

Convidámos o grupo do Saber Viver para partilhar este momento de camaradagem e a festa durou enquanto houve castanhas para comer! O convívio estava agradável, mas teve que terminar. Sem castanhas, bolo-rei ou jeropiga, a única coisa que nos restava para fazer era recolher às nossas casas e famílias para um fim-de-semana relaxante que estava prestes a começar!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Direito à Sexualidade na Pessoa com Deficiência

Elaborado por:
Cristina Freitas
Fatima Freitas
Júlia Augusto

DIREITO À SEXUALIDADE DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA


Elaborado por:
Eunice Dias
Maria da Luz Silva
Rosa Luís

Direito à Sexualidade da Pessoa com Deficiência



Trabalho elaborado por: Ângela Santos, Albertina Fidalgo e Berta Ramos

DIREITO À SEXUALIDADE NA PESSOA COM DEFICIÊNCIA



Trabalho elaborado por:
Carla Sofia
Elisa Cardoso
Leonor Dias

Direito à Sexualidade da Pessoa com Deficiência

Trabalho elaborado por: Ana Pereira, Carla Lucas, Cristóvão Sousa

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Educação Sexual em Crianças com NEE

Trabalho elaborado por: Cristina Freitas, Elisa Cardoso e Rosa Luís

Educação Sexual em Crianças com NEE



Trabalho elaborado por:
Maria Albertina
Leonor Dias
Cristóvão Sousa

Educação Sexual em Crianças com NEE

Falar de educação sexual é falarmos do nosso corpo, na forma como nos expressamos dos nossos sentimentos e emoções. A Educação sexual compreende diversos aspectos da sexualidade e das relações que estabelecemos com os outros e connosco.
A discussão do tema sexualidade na nossa sociedade vem sempre acompanhada de preconceitos e discriminações.
É associado às pessoas portadoras de deficiência Mental, a incapacidade de expressar os seus sentimentos e de dizer o que desejam. Assim, as necessidades destes indivíduos raramente são levadas em consideração. Outro aspecto bastante relevante, é o facto de muitas destas pessoas desejarem constituir família e este desejo não ser aceite socialmente. No entanto os seus conhecimentos sobre sexualidade, reprodução e métodos anticoncepcionais são geralmente bastante precários e superficiais.
Sendo a Educação um direito de todas as crianças, independentemente da sua condição física, intelectual ou cultural, torna-se necessário promover o desenvolvimento de processos de intervenção adequados às características, interesses e necessidades de cada contexto educativo, de cada escola e de cada aluno.
A vivência sexual do deficiente, quando bem conduzida, melhora o desenvolvimento e equilíbrio afectivo, incrementa a capacidade de estabelecer contactos interpessoais, fortalece a auto-estima e contribui para a inclusão social.
Conversar, orientar e construir na familiaridade uma relação de confiança é o principal segredo para ajudar quem possui alguma limitação a lidar com a sexualidade. Os pais têm total condição de estabelecer esse vínculo. Assim, a construção de uma “maturidade sexual” é, portanto, plenamente possível. “O problema” é que os pais tendem a fingir que nada aconteceu.
Os avanços da medicina e os avanços ao nível social que os deficientes mentais têm alcançado nos últimos tempos têm sido significativos. Actualmente, alguns dos deficientes mentais são capazes de viver integrados na comunidade, estando expostos a riscos, liberdade e a responsabilidades. Por esta razão é cada vez mais importante a Educação Sexual nas escolas, quer seja no Ensino Especial ou Regular.
Para que se consiga obter um desenvolvimento mais harmonioso e saudável, é necessário que se estabeleça um trabalho conjunto entre encarregados de educação e equipa pedagógica entre outros técnicos.

Trabalho elaborado por: Berta Ramos, Eunice Dias e Júlia Augusto

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

EDUCAÇÃO SEXUAL NA DEFICIÊNCIA MENTAL

Em primeiro lugar convém fazermos uma distinção entre sexo e sexualidade. A sexualidade humana não pode ser reduzida a sua função reprodutiva, de procriação, mas sim deve ser considerada como parte integrante da identidade de uma pessoa, envolvendo portanto uma dimensão afectiva como também social e cultural. Além da sua natureza biológica ela exerce uma função de prazer, reflectindo sentimentos, emoções, valores e um sentido de intimidade.

É comum pensar na sexualidade apenas em sua fase genital de reprodução, porém basta lembrarmos das manifestações da criança para constatarmos um processo de desenvolvimento, pois desde a infância as experiências de sexualidade já são sentidas e vivência das até o período da adolescência, onde as grandes transformações físicas e psicológicas estarão preparando o jovem para vida adulta.


O desenvolvimento da sexualidade envolve não só a maturação biológica das funções sexuais, como também as modificações comportamentais, ou seja, implica em uma compreensão intelectual dessas mudanças e das reacções emocionais decorrentes, modificando-se as experiências afectivas. Há um processo de identificação com padrões de conduta sexual, social que é culturalmente determinado.



Sexualidade e Deficiência Mental

A discussão do tema sexualidade na nossa sociedade vem sempre acompanhada de preconceitos e de discriminações.

Nesse caso enfrentamos um duplo preconceito: a própria deficiência em primeiro lugar e em segundo a aceitação da sexualidade da pessoa com deficiência mental. A compreensão da deficiência mental como um rebaixamento intelectual que gera limitações no desenvolvimento de sua maturidade emocional e social, mantém a pessoa com deficiência mental em seu “status” infantilizado. Vista como a “eterna criança”

O deficiente mental, como qualquer outro ser humano tem necessidade de expressar os seus sentimentos de uma forma própria, devidamente orientada, melhora o desenvolvimento afectivo e favorece a sua capacidade de se relacionar, melhorando a sua auto-estima e a adequação à sociedade.

Apesar das diferenças entre os deficientes, quase todos são capazes de aprender e desenvolver algum nível de aptidão social e de conhecimento sexual.


Sendo a educação um direito de todas as crianças independentemente da sua condição física, intelectual ou cultural, torna-se necessário promover o desenvolvimento de processos de intervenção adequadas as características, interesses e necessidades de cada contexto educativo, de cada escola e de cada aluno.


A Família e a Sexualidade da Pessoa com Deficiência Mental

A família enfrenta muita ansiedade para lidar com a sexualidade de seu filho com deficiência mental, preferindo deixá-lo em seu “status” infantil, recebendo com surpresa e temor as manifestações sexuais. Não sendo ele um “adulto” como irá vivenciar sua própria sexualidade e a de outro?

Será assim fundamental o aconselhamento aos pais em programas de orientação sexual. Os objectivos frente à família são:

Trabalhar o medo e a ansiedade dos pais quanto ao futuro sexual dos filhos;

Esclarecer sobre a variação das condições e manifestações sexuais;

Orientar sobre os limites para a adaptação do comportamento sexual;

Diminuir o preconceito e incentivar a comunicação dos pais quanto à sexualidade;

Auxiliar na compreensão da sexualidade como um direito à saúde sexual.

Trabalho Elaborado por:

Carla Albuquerque

Fátima Freitas

Maria da Luz

Educação Sexual em Crianças com NEE

A Educação Sexual é cada vez mais imprescindível nas escolas, quer no ensino especial como no regular.
É necessário um trabalho conjunto entre Encarregados de Educação, Professores e os Jovens com o intuito de favorecer cada vez mais um desenvolvimento harmonioso e saudável.
Com os avanços da medicina e ao nível social os deficientes mentais tem alcançado algumas metas significativas.
Actualmente, alguns deficientes já conseguem viver em comunidade, mesmo estando expostos a riscos, liberdade e a responsabilidades.



















Trabalho realizado por:
Ana Pereira
Ângela Santos
Carla Lucas

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A Poluição

No contexto da unidade “Planificação de Actividades e Gestão do Tempo”, as formandas Berta Ramos e Fátima Freitas, com a ajuda da Formadora Sandra Rodrigues, elaboraram uma actividade relativa ao tema “A Poluição”, na qual reproduziram uma pequena história sobre os problemas que estão a afectar o planeta e a pôr em causa a sobrevivência do ser humano. O enfoque deste trabalho é sensibilizar para os problemas que potenciam a deterioração do planeta e os cuidados que a sociedades civil deve ter para inverter tal situação.
Esta pequena história depois de construída, foi trabalhada e narrada em Teatro de Fantoches, assim, foram criados os personagens e o cenário, pelo que se utilizaram diferentes materiais e texturas. Findo este processo, passou-se aos ensaios da mesma.


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As Vencedoras




No âmbito da unidade “Planificação de Actividades Pedagógicas e Gestão de Tempo”, as formandas Carla Albuquerque, Maria da Luz e Rosa Luís, em estreita colaboração com a Formadora Sandra Rodrigues, numa primeira fase, elaboraram uma nova versão da história “Os Três Porquinhos”. Numa segunda fase, conceberam a indumentária necessária (fatos e cara dos porquinhos em diferentes materiais e texturas), para posteriormente, dar início aos ensaios da história, e consequentemente apresentá-la às crianças do ensino pré-escolar.
Posto isto, as formandas vão mostrar algumas fotografias alusivas à concepção da indumentária, dos ensaios e para encerrar apresentam um vídeo com a história dos Três Porquinhos, interpretada e encenada pelas respectivas formandas.

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Actividade elaborada por:

Carla Sofia

Maria da Luz

Rosa Luís

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Obesidade Infantil e Televisão

“Obesidade Infantil e Televisão”

No âmbito da unidade da unidade “Actividades Pedagógicas e Gestão do Tempo”, as formandas Ângela Santos e Elisa Cardoso com a colaboração da formadora Sandra Rodrigues, planificaram, prepararam e desenvolveram uma actividade para implementar nos estabelecimentos do ensino pré-escolar. A actividade consiste em reflectir e analisar os problemas resultantes da Obesidade Infantil e prejuízos do excesso de tempo que as crianças passam em frente à televisão.

Neste seguimento, as formandas começaram por conceber a história, posteriormente, pensou-se em retratar a mesma, através da realização de um Teatro de Fantoches. Portanto, para que isso se tornasse possível, as formandas construíram um fantocheiro com diferentes materiais e texturas, o qual, retrata o recreio de uma escola, onde as crianças brincam e conversam diariamente.

Depois de concebido o fantocheiro, criaram-se as personagens. Estas foram feitas em Colheres de Pau e a indumentária foi feita a partir de restos de tecido e lã. Os principais objectivos desta história:

ü Sensibilizar as crianças para a importância dos benefícios que a alimentação saudável pode ter no pleno desenvolvimento da criança, quer em termos cognitivos, quer em termos motores,

ü Alertar para o uso excessivo da televisão,

ü Dar a conhecer às crianças os melhores programas televisivos correspondentes à sua idade.

Aqui fica o registo do trabalho desenvolvido.


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Capuchinho Vermelho e o Piquenique na Escolinha

No contexto da unidade Planificação de Actividades Pedagógicas e Gestão do Tempo, redigimos uma história sobre o “Capuchinho Vermelho”, personagem conhecida do imaginário infantil das crianças e de todos nós.
Partindo do final da versão original, as formandas Eunice Dias e Júlia Augusto, deram continuidade à história e conceberam uma nova história que se denomina “O Capuchinho Vermelho e o Piquenique na Escolinha”.

Os objectivos pretendidos com esta história circunscrevem-se nos seguintes:
Desenvolver o imaginário infantil;

Estimular a imaginação e a criatividade;

Transmitir às crianças algumas regras de boa conduta;

Através da audição da história perceber se as crianças conseguem entendem qual é a moral da história;

Fomentar nas crianças o gosto pela leitura.

Desta forma, o nosso trabalho culminou com a elaboração de um pequeno livro onde incorporámos a história acompanhada de ilustrações.



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O OUTONO

O Outono

No âmbito da unidade “Actividades Pedagógicas e Gestão do Tempo”, foram elaboradas diversas actividades pedagógicas pelas/o formandas/o em estreita colaboração e orientação da Formadora Sandra Rodrigues, para realizar e dar a conhecer às crianças do ensino pré-escolar.



Assim sendo, apresenta-se de seguida, a actividade que foi preparada e planificada em contexto de sessão pelas formandas Ana Pereira e Leonor Dias, alusiva aos acontecimentos mais marcantes e importantes ocorridos no “ Outono”.






Quando chega o Outono
Ouve-se o cair da folhinha
O tempo arrefece um pouco
E surge a brisa fresquinha

.

.


Plim, plim, plim plim
Cai a chuva miudinha
Visto mais um casaquinho
Para me sentir quentinha

.

.





Quando chega o Outono
Vai-se embora a andorinha
Vamos lá pegar no cesto
E vamos para a vindima









No dia de acção de graças
Festeja-se o dia das bruxas
Fazemos umas travessuras
Vamos comendo umas buchas













Quando chega o Outono
Chega o verão de S. Martinho
É tempo de comer castanhas
E abrir o pipinho










Quando chega o Outono
É tempo de fazer compotas
A fruta já está madura
E eu brinco com bolotas






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Trabalho realizado por:
Ana Pereira
Leonor Dias