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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA


No âmbito do curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Prof. Elisa Barros Silva e a decorrer Carregal do Sal, as formandas Ana Pereira, Albertina Fidalgo, Berta Ramos, Leonor Dias e Maria da Luz Silva, com o apoio da formadora Marta Santos, elaboraram um artigo para realçar a importância que a leitura tem em várias áreas do desenvolvimento da criança.
Ler é Cultura! Através da Leitura testamos os nossos conhecimentos, os nossos valores e experiências, bem como as dos outros, adquirimos novas ideias e passamos a conhecer melhor o mundo e um pouco mais de nós próprios. Neste sentido, a literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa. Contudo, as crianças estão cada dia menos acostumadas a ler, sendo que elas serão os adultos de amanhã.
Actualmente é muito importante que a criança seja estimulada, para que se interesse pela leitura, tornando-se assim um bom leitor. Para isso, ressalta-se a importância suprema do papel dos pais e da escola para a formação de leitores: serem estimuladores e incentivadores da leitura.
É extremamente importante, que a leitura esteja sempre presente em todos os níveis educacionais, devendo ser iniciada na alfabetização e continuar nos diferentes graus de ensino, cabendo à escola desenvolver na criança o hábito de ler por prazer e não por obrigação. A educação preocupa-se em contribuir para a formação de um indivíduo crítico, responsável e actuante na sociedade. Diante disso, a escola busca conhecer e desenvolver na criança as competências da leitura e da escrita, sendo que a literatura infantil pode influenciar de maneira positiva neste processo, promovendo a integração social e formando uma sociedade consciente, que se manifesta inclusive numa certa auto-estima.
Os pais deveriam ler mais para os filhos e para si próprios, devendo o livro ocupar a importância de uma televisão dentro do lar. Ouvir histórias é um acontecimento tão prazeroso que desperta o interesse da criança, já que sua capacidade de imaginar é muito intensa. A narrativa faz parte da vida da criança desde quando bebé e é fundamental para a sua formação que ouça muitas histórias desde a mais tenra idade. A criança passa a interagir com as histórias, acrescenta detalhes, personagens ou lembra de factos que passaram despercebidos pelo contador. As histórias são fundamentais para que a criança estabeleça a sua identidade e estabeleça um vínculo afectivo com o contador da história. Contar e ouvir uma história aconchegado a quem se ama é compartilhar uma experiência de conforto, satisfação e comodidade, na descoberta do mundo das histórias e dos livros.
As crianças são seres muito curiosos e o manuseio de livros, sejam eles de plástico, pano, papel ou musicais, são importantes para que os pequenos brinquem, explorem o objecto que pode ampliar o vocabulário e a imaginação. É importante que o livro seja tocado pela criança, folheado, de forma que ela tenha um contacto mais íntimo com o objecto do seu interesse. O amor pelos livros não é coisa que apareça de repente, é preciso ajudar a criança a descobrir o que eles podem oferecer e transmitir-lhes a ideia: Ler: porquê um dever, se pode ser um prazer?

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A Influência da Televisão no Imaginário Infantil

No âmbito do curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Prof. Elisa Barros Silva e a decorrer Carregal do sal, as formandas Carla Lucas, Carla Albuquerque, Cristóvão Sousa, Eunice Dias, Júlia Augusto, com o apoio da formadora Marta Santos, elaboraram um artigo sobre a influência da televisão na estruturação do imaginário da criança.
A televisão é o meio de comunicação social mais difundido na sociedade actual, sendo também o de mais fácil acesso à criança e ao adolescente. Os benefícios da exposição aos meios de comunicação são vastos, mas existem potenciais riscos que não podem ser descuidados e é aqui que os pais e educadores têm também um papel fundamental na educação da criança.
Cada vez mais a televisão faz parte da vida das crianças, embora se verifique esta realidade em maior número nas cidades, a verdade é que o facto se começa a manifestar nos meios mais pequenos. A televisão passou a ser o companheiro da vida das crianças; os pais deixaram de brincar com os filhos, desistindo do diálogo.
As crianças de todo o mundo assistem, pelo menos, a trinta e seis horas semanais de televisão e quando pensamos nos desenhos animados, que permitem á criança recriar uma realidade própria do seu mundo da imaginação, o assunto é sério e exige cautela.
Os desenhos animados geram agressividade e actualmente, o impacto causado pela televisão leva as crianças a descobrir mais sobre a violência e outro tipo de perturbações e a descobrirem mais cedo o sexo. Esta iniciação precoce no mundo que lhes chega através da televisão, pode levar a criança a sofrer de disfunções afectivas, psíquicas e emotivas, que a poderão tornar num adulto disfuncional, banindo desta forma a inocência infantil.
Os meios de comunicação social, em particular a televisão, na sua função de lazer, de formação e de informação, desempenham hoje um papel determinante no processo psicossocial de desenvolvimento das crianças e jovens. Torna-se, assim, fundamental unir esforços com o objectivo de, não só melhorar a qualidade televisiva, mas também de criar e de desenvolver alternativas para entretenimento e ocupação do tempo de lazer, que têm que ser tão acessíveis quanto a televisão. Um conselho para os pais e educadores: estejam atentos, encontrem o tempo e sejam criativos!

Saber Educar! - Alteração na Representação Social dos Filhos

No âmbito do curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Prof. Elisa Barros Silva e a decorrer Carregal do Sal, as formandas, Ângela Santos, Cristina Freitas, Elisa Cardoso, Fátima Freitas e Rosa Luís, com o apoio da formadora Marta Santos, elaboraram um artigo sobre a “Alteração na Representação Social dos Filhos”.
Se por um lado se questiona: “o que estará acontecendo com nossos jovens?”, também se poderia pensar a questão de outra forma: “O que estará acontecendo com os pais e mães que parecem estar esquecidos da sua função de educadores desses jovens?”
Se pelas gerações antigas a criança era tratada como um “mini-adulto”, sem direito a desejos e vontades, sem direito a quaisquer cuidados especiais em respeito à sua condição de criança, ao contrário, as gerações mais jovens podem estar a pecar pelo excesso, tratando a criança como um “rei no trono”. Se os pais se comportam somente como amigos dos seus filhos, quem estará a desempenhar o papel de pais?
Quando se inverte o sentido da relação, os pais deixam de cumprir a sua função de educadores, as crianças crescem sem orientação, sem limites, sentindo-se sozinhas e desunidas da sua própria família, sem uma verdadeira identificação aos pais, pois falta-lhes um modelo forte, seguro e afectivo, que elas possam admirar, seguir, amar e respeitar.
É muito importante que pais e mães possam ser amigos dos seus filhos, mas, antes de qualquer outra coisa, os pais têm o dever de educá-los, de colocar limites e estabelecer proibições. A educação é feita com base no afecto que se transmite ao filho, mas também com base no limite que se tem que estabelecer. O que os filhos precisam é de pais e mães mais próximos, mais disponíveis, abertos a escutá-los, a discutir e orientá-los, mas precisam igualmente de pais que saibam dizer não, estabelecer o que é certo e o que é errado, e quais os limites que precisam ser seriamente respeitados.
Por outro lado, os pais querem apenas o melhor para os seus filhos, querem prepará-los para o futuro, mas para educar um filho não há fórmula ou manual que se possa seguir. Se por um lado vemos pais que por quererem dar tudo aos filhos acabam por lhes dar tudo em excesso e sem limites, por outro lado temos os que abusam do seu poder de pais e decidem as suas escolhas, impondo à criança uma rotina stressante, cansativa e extenuante que ela só devia ter quando adulta.
Estes pais são normalmente aqueles que dedicam a maior parte do seu tempo às suas carreiras profissionais, ampliam a sua jornada de trabalho, com consequente diminuição da sua “jornada de família” e depositam os seus filhos numa série de actividades extracurriculares, que vão desde a dança, à música, ao desporto, etc.
Contudo, ser pai não é possuir uma autorização de uso e propriedade de pequenos seres viventes. Não é correcto que os pais destruam a infância de uma criança em nome de um pseudo-futuro, forçando-os a um amadurecimento prematuro. Procurando a sua realização nos filhos, estes vêm-se impedidos de viver a infância de um modo despreocupado. Os pais que estendem aos filhos suas frustrações não fazem crianças melhores, fazem adultos problemáticos.
O que se tem observado são crianças e adolescentes despreparados para enfrentar a vida adulta, seja por não terem regras consolidadas ou por manifestarem desequilíbrios afectivos. Isso gera dificuldade de inserção na sociedade de forma respeitosa e, assim, ao invés de procurarem ser aceites por esta sociedade, acabam por agredi-la, através da sua maneira de falar e vestir, enfim, de dizer ao mundo que não estão satisfeitos.
Nas palavras de Daniel Sampaio, o psiquiatra português autor de vários livros que relatam as dificuldades dos adolescentes e das suas famílias: “Inventem-se novos pais”!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Crianças em férias, pais em casa? - Projecto Imprensa

No âmbito do curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Prof. Elisa Barros Silva e a decorrer em Carregal do Sal, as formandas Maria da Luz Silva, Fátima Freitas, Ângela Santos, Elisa Cardoso e Júlia Augusto, com o apoio da formadora Marta Santos, elaboraram um artigo lembrando que quando o período das férias se aproxima, a preocupação dos pais é sempre a mesma: O que fazer com os filhos durante o período de férias?Devido ao fecho das instituições escolares, os pais vêm-se muitas vezes deparados com uma situação complicada porque, na maior parte das vezes, as férias não coincidem, o que gera uma dinâmica familiar alterada e dá origem a um período desgastante para ambos, por não haver alternativas.Actualmente, existem locais que disponibilizam diversas alternativas e iniciativas que propiciam às crianças actividades lúdicas, com componentes educativas e a devida orientação nas diversas áreas: praia, passeios, acampamentos, jogos, desportos, artes plásticas, música e dança. Deste modo, crianças e adultos desfrutam da convivência fora do contexto escolar, tornando-se estes programas muito importantes para criar vínculos, promover a integração e a socialização da criança, ajudando também na criação da sua própria personalidade e autonomia.Se tiver oportunidade de passar as férias com os seus filhos em família, aqui ficam alguns conselhos úteis para aproveitar esse período ao máximo. Tente fazer coincidir as suas férias com as dos seus filhos, para os conhecer melhor e ajuda-los na construção da sua identidade. Caso não tenha possibilidades financeiras para viajar, faça um passeio turístico na sua localidade e desfrute do que existe de melhor.Convém relembrar que o período de férias das crianças em idade escolar é maior que o de muitos pais, logo, cabe a estes encontrar alternativas para não os deixar sozinhos em casa.Algumas das sugestões que deixamos são: casa de familiares, vizinhos, amigos da família ou recorrer ao serviço de Babysitting, ou ainda combinar os dias na casa de amigos de escola ou vizinhança, para os mais crescidos. Não esquecer algo muito importante: deixe sempre os seus filhos ao cuidado de pessoas da sua confiança.
Autores :Maria da Luz Silva, Fátima Freitas, Ângela Santos, Elisa Cardoso
( Formandas do Curso EFA NS - Técnicas de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Professora Elisa Barros Silva - Cabanas de Viriato)

Este artigo foi publicado no Jornal Online " Farol da Nossa Terra" em 5 de Agosto de 2009

CONSELHOS PARA IR DE FÉRIAS COM OS SEUS FILHOS EM SEGURANÇA - Projecto Imprensa

Férias são sinónimo de sol e calor e o sol tem um efeito benéfico sobre o estado de espírito, sendo inclusive indispensável para certas funções corporais, contudo, a exposição excessiva ao sol provoca o envelhecimento precoce da pele, pode dar origem ao aparecimento de lesões cancerosas. É aconselhável evitar a exposição nas horas de maior calor (entre as 11:00 e as 17:00 horas) e use sempre protector solar com elevado índice de protecção (SPF superior a 30), t-shirt e chapéu. Para pessoas que se descuidaram ao sol, as insolações ou pele avermelhada devem ser tratadas com um banho frio prolongado, utilizando um sabonete neutro e um hidratante que não contenha álcool, evitando expor-se ao sol nos próximos dias.Sendo a época de férias um período de alguns excessos e muita descontracção, devemos ter cuidados redobrados com as crianças. Caso opte por viajar, não se esqueça que a segurança começa dentro do seu carro. Cumpra as normas e viaje sempre com as crianças devidamente acomodadas nas cadeiras para o efeito. Tenha ainda especial atenção ao acondicionamento da bagagem para que não bloqueie a visibilidade ao condutor ou tombe em cima das crianças.Com a alteração das rotinas, o ideal é tentar conservar os horários das refeições e optar por consumir sumos naturais e muita fruta, não esquecendo de dar água à criança com bastante frequência durante o diaIndependentemente do local privilegiado para as férias, é aconselhável usar roupas com cores mais escuras e tecidos espessos e largos. Outra opção será utilizar roupas Anti - UV, contudo, estas roupas que são reconhecidas pelas etiquetas interiores, não são totalmente de confiança e seguindo o conselho anterior não precisa de despender de dinheiro extra.Caso opte por viajar até à praia, mantenha a vigilância constante e ensine à criança quem é o salva-vidas e o que fazer e onde se dirigir na eventualidade de se sentir perdida. Um outro local onde é necessário ter atenção redobrada é nas piscinas. É importante ter o máximo de cuidado com o piso escorregadio e com sistema de sucção das mesmas, mesmo com bóias ou brinquedos flutuantes, fique sempre de olho e assegure-se de que há vigilância por perto.Não se esqueça… Vá de férias, relaxe e divirta-se.
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Cristóvão Sousa, Carla Lucas, Carla Sofia, Albertina Fidalgo e Ana Pereira,
formandos do curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa,promovido pelo Centro Social Prof. Elisa Barros Silva - Cabanas de Viriato

Artigo Publicado no Jornal Online "Farol da Nossa Terra" , em 11 de Agosto de 2009.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Crianças em Férias - Projecto Imprensa

Crianças em Férias
Alerta para os acidentes domésticos
No âmbito do curso EFA NS de Técnicas de Acção Educativa, promovido pelo Centro Social Prof. Elisa Barros Silva e a decorrer em Carregal do Sal, as formandas Eunice, Rosa, Cristina, Berta e Leonor, com o apoio da formadora Marta Santos, elaboraram um artigo elucidativo dos perigos que a sua casa pode representar para as crianças, altura em que estas nela passam a maior parte do seu tempo, e muitas das vezes sem vigilância.
Os acidentes domésticos podem ter consequências muito graves e até fatais. Transforme a sua casa num lugar seguro.
Os acidentes domésticos são muito comuns, mesmo com todo o cuidado há objectos e situações que representam risco e podem provocar acidentes. Para as crianças, todas as divisões da casa podem representar um enorme risco.

AS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTES DOMÉSTICOS
Ø As quedas e contusões
Ø Cortes e queimaduras
Ø Intoxicações
Ø Engasgos e obstruções
Ø Choques eléctricos
Ø Afogamentos
FACTORES DE RISCO
Ø Escorregar ao andar sobre pisos molhados, húmidos ou encerados
Ø Tapetes sem antiderrapante
Ø Estar em pé em cima de um banco ou uma cadeira
Ø Falta de protecção nas janelas, portas, escadas e piscinas
Ø Os objectos cortantes e pontiagudos e ferramentas de trabalho
Ø Líquidos inflamáveis, líquidos quentes e exposição solar excessiva
Ø Tomadas e fios eléctricos descascados ou expostos
Ø Objectos de reduzidas dimensões que possam ser manipulados e engolidos por crianças

Por norma este tipo de acidentes ocorrem entre os 2 /7 anos de idade, no entanto não se limite a proibir as crianças de fazerem isto ou aquilo; deve procurar ensiná-las e alertá-las para os riscos que certos actos envolvem, para que elas possam desenvolver a noção do que é o perigo e do que são comportamentos perigosos. Mesmo quando as crianças são pequenas e a explicação requer muita paciência.
As férias são um período de liberdade para as crianças não o transforme num pesadelo.

Trabalho Elaborado por:
ROSA LUÍS
EUNICE DIAS
CRISTINA FREITAS
BERTA RAMOS
LEONOR DIAS
Este artigo foi publicado no Jornal Online " Farol da Nossa Terra" em 18 de Agosto de 2009