Existe uma palavra que muitos têm dificuldade em dizer: NÃO.
Quem jamais diz NÃO, acha -se generoso, compreensivo, educado; porque o NÃO tem fama de maldito, egoísta, pouco espirítual.
O Guerreiro não cai nesta armadilha.
Há momentos em que ao dizer SIM aos outros ele pode estar a dizer NÃO a si mesmo.
Por isso, jamais diz um SIM com os lábios se o seu coração está a dizer NÃO.
sábado, 16 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
Fluxos Migratórios
Portugal ficou marcado por sucessivas vagas de emigrantes para vários países do mundo. Calcula-se que mais de três milhões de Portugueses deixaram o país em busca de uma vida melhor.
O Brasil foi um dos primeiros países para onde muitos Portugueses emigraram, um dos factores que levaram a esta emigração foi não haver barreiras na comunicação, uma vez que a língua era a mesma, e também porque era um país rico.
Um destino eleito por muitos Portugueses, nomeadamente pelos Açorianos foi os Estados Unidos e o Canadá.
A partir dos anos 50, os Portugueses passaram a procurar trabalho na Europa, principalmente para a França e Alemanha, a maioria iam clandestinos.
Mais tarde também foram para a Suíça, Holanda e Luxemburgo. A grande maioria destes emigrantes eram homens, que deixavam as suas famílias para traz. Quando a situação económica o permitisse, regressavam ao seu país ou chamavam os seus familiares para junto deles.
No passado os emigrantes eram pessoas com baixo nível de escolaridade e com poucos recursos.
Porém a realidade hoje é outra, com a crise económica actual temos verificado que os emigrantes são maioritariamente jovens recém-licenciados, que procuram novas oportunidade, que não encontram dentro do nosso país.
A migração dentro do nosso território, ocorreu dos meios rurais para as grandes cidades, dando origem á desertificação dos mesmos. Desta forma originou um aumento populacional nos subúrbios das cidades, deteriorando o espaço em seu redor. Por vezes as condições em que viviam não eram as melhores.
Com a entrada de Portugal na União Europeia, ouve um aumento de imigração, vindo a maioria dos países de Leste, e Ocidentais.
Trabalho Realizado por:
Portugal ficou marcado por sucessivas vagas de emigrantes para vários países do mundo. Calcula-se que mais de três milhões de Portugueses deixaram o país em busca de uma vida melhor.
O Brasil foi um dos primeiros países para onde muitos Portugueses emigraram, um dos factores que levaram a esta emigração foi não haver barreiras na comunicação, uma vez que a língua era a mesma, e também porque era um país rico.
Um destino eleito por muitos Portugueses, nomeadamente pelos Açorianos foi os Estados Unidos e o Canadá.
A partir dos anos 50, os Portugueses passaram a procurar trabalho na Europa, principalmente para a França e Alemanha, a maioria iam clandestinos.
Mais tarde também foram para a Suíça, Holanda e Luxemburgo. A grande maioria destes emigrantes eram homens, que deixavam as suas famílias para traz. Quando a situação económica o permitisse, regressavam ao seu país ou chamavam os seus familiares para junto deles.
No passado os emigrantes eram pessoas com baixo nível de escolaridade e com poucos recursos.
Porém a realidade hoje é outra, com a crise económica actual temos verificado que os emigrantes são maioritariamente jovens recém-licenciados, que procuram novas oportunidade, que não encontram dentro do nosso país.
A migração dentro do nosso território, ocorreu dos meios rurais para as grandes cidades, dando origem á desertificação dos mesmos. Desta forma originou um aumento populacional nos subúrbios das cidades, deteriorando o espaço em seu redor. Por vezes as condições em que viviam não eram as melhores.
Com a entrada de Portugal na União Europeia, ouve um aumento de imigração, vindo a maioria dos países de Leste, e Ocidentais.
Trabalho Realizado por:
Rosa Luís
Júlia Augusto
Cristina Freitas
FLUXO MIGRATÓRIOS EM PORTUGAL NO SEC. XX
Considera-se fluxo migratórios, todos aqueles grupos de pessoas que se deslocam do seu país e lugar de origem para outros locais à procura de melhores oportunidade e melhor nível de vida.Nas primeiras décadas do séc. XX os Estados Unidos impõem-se como um dos principais destinos da emigração Portuguesa, tendo em conta que a maior comunidade de emigrantes portugueses neste país são Açorianos e Madeirenses devido às baixas situações económicas e baixas qualificações.
Outros grandes destinos emigratórios foram Canadá e Venezuela onde se distribuíam, com particulares incidências, pelos sectores hoteleiros, restauração e construção civil. É de salientar que a mão-de-obra portuguesa é apreciada em toda a parte do mundo com muita qualidade e eficiência.
Mas foi a partir da década de 50 que se deu um grande fluxo emigratório transoceânico e intra-europeu.
O transoceânico virou-se mais para o Brasil, Estados Unidos, Canadá, Venezuela e África do Sul. No intra-europeu direccionou-se mais para França e Alemanha, constituindo estes os grandes pólos de atracção.
Na década de 60 começou a delinear-se um novo fluxo migratório, induzido pela progressiva abertura da economia portuguesa por um lado, pela escassez de mão-de-obra derivado do êxodo emigratório para a Europa e do recrutamento militar para ex colónias. Neste contexto, o novo fluxo emigratório apresentou duas componentes principais bem distintas, uma predominantemente europeia constituída por quadros técnicos e empresarias mas também por reformados que se estalam no Algarve, e a outra por trabalhadores não qualificados oriundos de Cabo Verde.
O processo revolucionário porque passou a sociedade portuguesa, na segunda metade da década de 70, quando simultaneamente se enfrentavam as consequências da crise, por outro lado nesse mesmo período a independência das ex colónias não só o regresso de cerca 6000000 portugueses mas também englobando a imigração de novos cidadãos de novos países Africanos para Portugal.
O que é certo e que o contributo dos imigrantes para o desenvolvimento da sociedade portuguesa não se limita à participação activa, contribuindo também para um rejuvenescimento da pirâmide demográfica, a sobretudo incentivam as transacções sócio-culturais.
Na viragem da década de 80 e na sequência da crise petrolífera, levou os países desenvolvidos da Europa a restringir a entrada acentuada de imigrantes, assistimos a uma grande retracção do movimento intra-europeu no entanto é de registar a Suiça e Luxemburgo que se tornaram os novos pólos de atracção para os portugueses.
Verificou-se também uma grande incidência de imigrantes Brasileiros que apresentam um perfil ocupacional bastante semelhante aos dos cidadãos comunitários residentes em Portugal.
Na década de noventa emergiu uma nova fileira de imigração, provenientes da Europa de leste e Ásia, estando esta orientada para hotelaria e restauração.
Na maioria dos portugueses emigrantes acabou por adoptar os países que escolheram para viver, apenas uma minoria regressou a Portugal.
O que subsiste da sua presença em muitos lugares são certos traços fisionómicos, nomes de famílias portuguesas e costumes cujo sentido à muito se perdeu no tempo. Apesar de tudo é espantoso que nos sítios mais distantes da terra milhões de pessoas continuem a manter uma relação muito viva com a Pátria dos seus antepassados.
Numa perspectiva de análise histórica, Portugal é um país de emigração.
Trabalho de grupo: Luz, Leonor e Albertina
30 de Abril de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
A História das Coisas
A História das Coisas - The Story of Stuff
" Da extracção e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos na nossa vida afectam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, directo, passo a passo, baseado nos subterrâneos dos nossos padrões de consumo.
História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.
História das Coisas ensina-nos muita coisa, faz-nos rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos nas nossas vidas. "
" Da extracção e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos na nossa vida afectam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, directo, passo a passo, baseado nos subterrâneos dos nossos padrões de consumo.
História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.
História das Coisas ensina-nos muita coisa, faz-nos rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos nas nossas vidas. "
O filho da Máscara
Quando a mãe sai avisa o pai para não deixar o bebe ver televisão e ele deixa-o ver só para poder estar mais disponível para fazer o seu trabalho e o resultado vê-se depois quando o bebe, começa a imitar o sapo que aparece na televisão. Acho que foi uma forma de chamar á atenção dos pais para terem cuidado e não deixarem as crianças sozinhas.
O desenvolvimento físico e psicomotor da criança no filme.
A importância do desenvolvimento físico e psicomotor da criança no filme é tudo muito exagerado, pois não se pode desenvolver desta forma saltando competências e nota-se bem na reacção do pai ao ver o filho fazer aquelas coisas, os pais têm que estar bem preparados para essa função, este pai nota-se que não estava.
Vê-se bem que a criança ainda não consegue distinguir a realidade da ficção, e naquela idade é impossível ter aquela capacidade.
Relação do processo de maturação física com impossibilidade humana, com o filme.
O processo de maturação física é humanamente impossível de uma criança fazer aqueles movimentos, pois ainda não esta suficiente desenvolvida, nem física ou psicomotor, sem a evolução normal de certas competências tais como primeiro manter-se em pé e sustentar o corpo, depois começa a tentar dar passos e mais tarde caminhar mas sempre com muita insegurança e muitas quedas.
Relação do processo de maturação física com impossibilidade humana, com o filme.
O processo de maturação física é humanamente impossível de uma criança fazer aqueles movimentos, pois ainda não esta suficiente desenvolvida, nem física ou psicomotor, sem a evolução normal de certas competências tais como primeiro manter-se em pé e sustentar o corpo, depois começa a tentar dar passos e mais tarde caminhar mas sempre com muita insegurança e muitas quedas.
Estas fases demoram o seu tempo e nunca poderia ser assim como no filme onde a criança já faz tudo de um momento para o outro.
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