sábado, 21 de março de 2009

LEI DA PARIDADE

A LEI DA PARIDADE – Inclusão das mulheres na política

Esta lei foi promulgada pelo Presidente da República Cavaco Silva em Agosto de 2006. Esta lei prevê a inclusão de um terço de mulheres nas listas de candidatos às eleições.

Nalguns países no entanto, o que se verificou, é que as candidatas eram colocadas no final das listas só para ser cumprida a percentagem exigida, ao invés de serem distribuídas ao longo das mesmas. O resultado desta atitude, é que estas candidatas acabavam por não ser eleitas. Podemos verificar no entanto que em países como Holanda, Suécia, Finlândia e a nossa vizinha Espanha, a participação parlamentar feminina é positiva. A sua percentagem situa-se acima da média Europeia que não ultrapassa os 25%. Portugal irá ter a sua prova de fogo, já nas próximas legislativas e a ver vamos se a lei é ou não aplicada. Falasse em sanções para os partidos que não cumpram com o terço de participação de mulheres, que é o mínimo exigido. No entanto, não é o facto de lhes ameaçarem com a redução de fundos de apoio ao partido, que nos garante o seu cumprimento.

Há no entanto quem afirme que esta não pode ser totalmente posta em prática pela indisponibilidade por parte das mulheres, uma vez que o mundo da politica é muito difícil, exige muito de nós e que nos leva muitas vezes a ter vontade de desistir. Afirmando até, que neste ponto os homens não têm obstáculos mentais (ex. família) e assim como não precisam de dar tantas provas diárias das suas capacidades para garantir e desempenhar os seus cargos políticos, como as que são exigidas e impostas às mulheres.

A solução passa pela questão da mudança de mentalidades. É preciso que a lei da paridade comece a ser posta em prática no seio familiar, para que no futuro se possam colher frutos.

sexta-feira, 20 de março de 2009

A Primavera...

videoEsta actividade foi elaborada com intuito de ficarmos a conhecer melhor as funcionalidades do PowerPoint. A escolha deste trabalho deu-nos a oportunidade de criarmos uma actividade para as crianças e ao mesmo tempo adquirirmos novos conhecimentos (TIC).

Obesidade

Obesidade, é uma doença na qual a reserva natural de gordura aumenta até ao ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou o aumento da taxa de mortalidade.




Porque surge a Obesidade?




· Maus hábitos alimentares;
· Saltar refeições, não lanchar;
· Consumo excessivo de calorias e gorduras: bolos, refrigerantes, chocolate, hambúrgueres, pizzas, fritos, etc.




Consequências da Obesidade:




· Dificuldades respiratórias;
· Dificuldades de locomoção;
· Problemas cardiovasculares;
· Diabetes;
· Hipertensão;
· Cancro;
· Depressão;
· Apnéia do sono.




Como evitar:




· O sedentarismo;
· Uma alimentação saudável, rica em fibras, fruta, legumes, cereais, sopa, leguminosas.
· Fazer várias refeições ao dia, incluindo sempre o pequeno-almoço;
· Praticar muito exercício físico;
· Beber muita agua.




Conclusão:
Apesar de se tratar de uma condição clínica individual é vista cada vez mais como um sério e crescente problema de saúde pública.

Maria da Luz
Rosa Luís
Júlia Augusto
Tina Fidalgo
Carla Lucas








Desenvolvimento Social-Afectivo - Visita ao Jardim de Infância

video

No contexto da UFCD Desenvolvimento da Criança, o grupo de Formandas/o realizou uma visita ao Jardim de Infância de Cabanas de Viriato, de modo a explorar o desenvolvimento social e afectivo das crianças, no que se refere ao relacionamento com os seus pares.
Uma vez que o Jardim de Infância se encontrava a celebrar a semana da leitura, o grupo preparou uma apresentação da história: “A Carochinha e o João Ratão”, servindo esta actividade como familiarizadora das crianças com o grupo, facilitando a interacção que se seguia.
O objectivo desta visita prendia-se com a colocação individual de duas questões simples e directas às crianças em contexto de brincadeira: «Com quem gostas mais de brincar?» e «Com quem não gostas de brincar?», para que, deste modo, fosse possível construir os sóciogramas representativos das relações sociais das crianças e dos fenómenos de popularidade e segregação observados, interpretados segundo a análise das características específicas observadas nas crianças nomeadas.
A experiência mostrou-se muito gratificante, sendo que, para além dos sorrisos, o grupo foi ainda presenteado com 1 marcador de livros criado pelas próprias crianças, para nos lembrar que também os mais crescidos necessitam de continuar a praticar a leitura diariamente.
(E não somos nós um bom exemplo disso?!)
Para comprovar a minha sensação de que os objectivos da visita foram alcançados e, ao mesmo tempo, promover a interacção no blogue, convido e desafio o grupo de formandas/o a deixar um comentário com as conclusões que retiram da análise dos sóciogramas construídos!
Vou deter-me atenta a aguardar feedback…

quinta-feira, 19 de março de 2009

quarta-feira, 18 de março de 2009

Actividade Integradora - Direitos Humanos

Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação aos outros com espírito de fraternidade”.
Artigo 1.º, Declaração Universal dos Direitos Humanos

Decorreu no passado dia 02 de Março a primeira Actividade Integradora do Curos EFA NS – Técnicas de Acção Educativa, subordinado ao tema “Direitos Humanos” com a presença de Carlos Vieira e Castro, responsável pelo Núcleo de Viseu da “Olho Vivo”- Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos.
Foram abordados diferentes assuntos sobre os Direitos Humanos bem como outros temas “polémicos” da actualidade. Falou-se no aborto, no casamento homossexual, minorias étnicas, pobreza e exclusão social. Verificou-se que actualmente ainda existe muito racismo e xenofobia principalmente ligados à questão da imigração.
Outro dos temas debatidos foi a violência contra as mulheres. A violência doméstica é talvez a forma mais generalizada de violência contra as mulheres.Este tipo de violência ocorre em todas as partes do mundo, em todos os estratos sociais e em todos os grupos etários. Como tal diz respeito a todos.
Até aos anos 90, a violência doméstica era considerada um assunto da esfera privada, tanto pela sociedade como pelos governos. A tomada de consciência, da necessidade de proteger as Mulheres da violência que ocorre no seio da família (ou no contexto doméstico) e de tomar medidas para punir os agressores é recente, nomeadamente por parte das autoridades. Concluiu-se que é urgente, não só aplicar as leis sobre esta matéria, vigentes no País, como é urgente a formação dos profissionais que lidam diariamente com sobreviventes de violência doméstica (polícias, médicas/os, advogadas/os, juízes e outros profissionais) no sentido de criar uma Rede Articulada e Especializada de apoio.
A discriminação contra as mulheres não viola apenas os direitos fundamentais e o respeito pela dignidade das mulheres, mas impede as mulheres de contribuírem e de participarem na vida política, social, económica e cultural, a nível nacional e internacional, em condições idênticas às dos homens. Constitui obstáculo à melhoria e ao progresso da sociedade porque priva da integral e completa contribuição de mais de metade da população.
Pois bem, há muito que saímos do campo do razoável, da prudência para entrarmos na seara do ódio reprimido, dos traumas, do irracionalismo latente e da completa ausência de escrúpulos. A partir do momento em que o homem passa a ser privado de forma sistémica da sua cidadania, definida como “o direito a ter direitos”, passa a integrar apenas um grupo aprisionado.
A luta pelos Direitos Humanos é portanto uma luta permanente, para que todas as pessoas, em todos os países do mundo, tenham condições de vida de seres realmente humanos, que se realizem plenamente, vivam fraternalmente, na paz efectiva entre as pessoas e entre as nações. O “outro mundo possível” é aquele em que a dignidade própria a todo e qualquer ser humano nunca será posta em dúvida e será sempre defendida por todos nós assim como fez Aristides de Sousa Mendes.
Este artigo foi uma elaboração conjunta do Grupo, efectuado na Área de Competência Chave – Cultura Lingua e Comunicação – com a colaboração do Formador Fernando Silvério

terça-feira, 17 de março de 2009

Anorexia

O que é a Anorexia?



É o comportamento persistente que uma pessoa apresenta em manter seu peso corporal abaixo dos níveis esperados para sua estatura, juntamente a uma percepção distorcida do seu corpo, que leva o paciente a ver- se como “gordo”.
Apesar das pessoas em volta notarem que o paciente está abaixo do peso, que está magro ou muito magro, o paciente insiste em negar, em emagrecer e perder mais peso. Os principais indicios dum paciente que sofre de Anorexia são, perda significativa de peso, preferencia pela magreza extrema, fazer gala do seu estado e dietas loucas.
A Anorexia incide com mais frequencia nas mulheres com idades compreendidas, entre os 13-14 anos e os 16-17 anos. Uma das principais causas para esta é o fascinio pela moda.




Este trabalho foi feito na Área de Saúde Infantil, sendo ele realizado por, Cristóvão Sousa, Ângela Santos, Berta Ramos, Carla Albuquerque, Leonor Dias.






Bulimia








O nosso grupo (Elisa Cardoso, Eunice Dias, Ana Pereira, Fátima Marques, Cristina Freitas) elaborou um trabalho sobre a Bulimia. Fizemos uma pesquisa bibliográfica e elaborámos uma apresentação em Power-Point.


Tal como a anorexia, a bulimia nervosa é uma disfunção alimentar
Para "compensar" o ganho de peso, a pessoa que sofre de bulimia exercita-se de forma desmedida, vomita o que come e faz uso excessivo de laxantes e diuréticos.
Essas pessoas podem ainda jejuar por um dia ou mais também na tentativa de compensar o comer compulsivo, muitas vezes entrando em um repetitivo ciclo de intensa restrição alimentar alternadas com farras culposas que o levam ao sistema compensatório.
Para estarmos atentos a situações destas e actuarmos atempadamente deixamos alguns sinais e sintomas deste distúrbio alimentar:
• Diminuição da pressão arterial e da temperatura corporal, levando o indivíduo a ser menos tolerante ao frio;
• Desmaios e fraqueza muscular, podendo até mesmo levar à lesão de algum músculo;
• Danos muito severos nos dentes, devido ao ácido estomacal presente no vómito que corrói tais estruturas;
• Erosão gastro esofágico, devido ao constante “encher-esvasiar” do estômago;
• Alterações hidreletrolíticas decorrentes das purgações, causando arritmia cardíaca e que em alguns casos pode levar à morte.





















O ideal de beleza sofreu varias mudanças ao longo dos tempos e tornou-se, actualmente, na imagem de magreza.
Quando se fala de corpo, logo se associa a ideia de beleza e, sendo a adolescência um período onde ocorrem várias mudanças não só na forma de ver a vida e de entender as pessoas, como também a nível corporal, é natural que os jovens se questionem sobre todas estas transformações. Por sua vez, as variáveis socioculturais interagem com o processo de desenvolvimento, porque é a sociedade que cria conceitos e preconceitos, sendo que estes influenciam o modo de pensar e agir do Homem. No caso da definição cultural do peso e da forma corporal ideal, esta tem variado ao longo dos tempos, existindo, actualmente, atitudes negativas relativamente a uma forma corporal gorda, o que pressiona o ser humano para a magreza e realização de dietas.
Assim, a forma como a pessoa encara e se relaciona com o próprio corpo, as pressões culturas, os problemas com o aumento de peso entre outras situações (biológicas, psicológicas e sociais) determina o aparecimento dos distúrbios alimentares.
Os distúrbios alimentares são doenças psiquiátricas estando na sua origem a interacção de factores psicológicos, biológicos, familiares e socioculturais. Caracterizam-se, fundamentalmente por alterações significativas do comportamento alimentar. Exemplos: obesidade, anorexia e bulimia.
Para falar e abordar este tema em contexto de formação, foram exibidas imagens e escritos comentários por cada formando, foram realizados trabalhos de grupo com a presentação e até dramatização dos temas.

domingo, 15 de março de 2009

Um dia Você Aprende...

"A obesidade"





No âmbito da Unidade de Saúde Infantil, no passado dia 4 de Março de 2009, realizámos uma pequena encenação teatral abordando o tema " a obesidade" (distúrbios alimentares), demonstrando de uma maneira simples os perigos que esta acarreta, incidindo principalmente na obesidade infantil.











Tanto eu como as minhas colegas de grupo (Rosa, Carla Lucas, Júlia e Tina), gostamos desta apresentação diferente de trabalho, e temos presente que conseguimos passar bem a mensagem.